Kristallnacht. Um Nome imponente. A Noite dos Cristais. Foi hum momento paradigmático. O pogrom Mais Famoso e infame (Sé e that Podemos Escolher hum destes Atos Infames para Ser Mais trágico fazer that outro) ocorrido na Áustria e Alemanha.
A Kristallnacht, acontecida Entre 9 e 10 de Novembro de 1938 servirá Como uma Definição inicial do modelo Que seria implantado Pelos nazistas com Referência Ao povo judeu A Partir de ENTÃO.
Usando Como pretexto o Assassinato de hum Diplomata Alemão Por Um judeu polonês, Goebbels instiga OS Dirigentes tarefas paramilitares a atacarem OS judeus e eles organizam como violências Que deviam visar SUAS Lojas e como sinagogas. Numa Única Noite, 91 Judeus were Mortos e cerca de 25.000 a 30.000 were Presos e levados para campos de Concentração. 7500 Lojas judaicas e 267 sinagogas were reduzidas uma escombros. Os lares Judeus also were saqueados, cemitérios OS, violados.
A ironia E uma enorme multa de 1 bilhão de marcos Alemães Que foi cobrada dos PROPRIOS Judeus Pela Destruição da qua they were como Vítimas.
MUITOS consideram a Kristallnacht Como o Início do Holocausto, pois foi hum prenúncio fazer that estava POR vir.
E POR ISSO Que Não Podemos deixar de Lembrar a Cada ano os dados ESTA. Lembrarmo-NOS fazer that Aconteceu. Lembrarmo-NOS fazer that o Ser Humano E Capaz.
Nossa RESPOSTA, a Nossa Vingança, E o Respeito, a Memória EO alerta.
Estamos aqui em Nome das Pessoas Mortas, Presas e enviadas AOS campos de Trabalho Forcado, that sofreram humilhações e Perdas irreparáveis nºs ano de Exceção de Uma Perseguição malévola.
Estamos aqui para Lembrar Que hum Governo manipulador e totalitário Certa vez sentiu-se Acima do bem do Mal e do Divino, decretando a superioridade racial Como Politica de estado e pensou Que Poderia Dominar o mundo ASSIM.
Estamos aqui para alertar that Nossa Memória, prontidão e Nossas atitudes tudo farao para that Atos ASSIM NUNCA se repitam com o povo judeu OU QUALQUÉR Ser Humano.
E para ISSO Que Estamos aqui.
ESTA E A Nossa Missão.
Por ISSO, espalhem. Este é o novo significado da Kristallnacht, a dados em that lembramos de that nunca mais teremos Uma Noite dos Cristais !!
lessonsfromthe horror Lessonsfromthe horror The collegeis the onlyMaxRayneJerusalemwhereIsraeliandPalestinian childrenstudy together CARMENRENGELJerusalem1 SEP 2014-17:21EDT Filedin:
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MaxRayneschoolgirlsreadinone of his classes./DAVIDSILVERMAN(GETTY) Recommend onFacebook43 Twittear2 Send toLinkedIn0 Send toTuentiEnviartoKindleEnviartoMenéameEnviartoEskup EnviarImprimirSalvar EfratMayerdoes not need amegaphone.His voice is heardevenin the ranksof thebackground,and thisisbecausebefore400 people."We got$ 5,000(11,000dollars)toGazain a few daysandstartpackinghumanitarian aid",informshappy.Efratisone of the coordinatorsof theMaxRayneschool,orsideby side,as we allknow,the onlyeducationalcenterinJerusalemwhich they studytogetherIsraeliandPalestinian children,about 600, whoalsotaughtHebrew and Arabic, historyof aside and the otherlinesof warand especiallylessons inhumanityto understandwhoothers want toturn intoadversaries. The speechis brief.Servesto thankthe hundreds ofteachers, parentsand childrengatheredat the gatesof the schoolinto a newgear,possibly thelast,asthey have doneevery Sundaysince thebeginning of OperationThresholdShieldinGaza.Withoutthe strengtheningof peace andvalues thatgivestheSide by side, young peoplewould be passingholiday fullof anguish,each inyour neighborhood,in your environment,listeningthreats andcurses onthe contrary.It was necessary tounite themagain.And they succeeded,a weeklymarchwithoutbannersorflagsin whichthe onlymottoistheshirtof students:walk together,written in threelanguages. MOREINFORMATION
The main challengeofGaza:rebuildingmore than 17,000homes Abbasintends tounilaterallycreatea Palestinian state IsraelandHamasshare anceasefireinGaza"complete andindefinite" Israeluses theheight ofjihadismin its warwith Hamas
KifahAbuShamaine,father ofMahmudofeight years,explainsas she walksher son"needed somethingthat showedwhathe learnedin collegedid notlosethe war.Walk, evenin silenceas he doessometimesmeans moving forward.It is a symbol.It gave uspeace andconfidence in theseweeks, "he acknowledged.There aremothers andShelly-impossibleto notethe surnamewhileoutrunningfor your littleskaterwill not fall-who refuseto beseen as"rare animals"of the city."We are convinced thatbringing the kidshereare creatinga new generation ofcitizenswho knowdirectly,without prejudice orshadows, whichoverthrewwalls.They seetheirfriends,nota flag.Learn from themevery day, "saysexcited. The collegewas established in 1998and nowteacheschildrenfrom preschoolto the endof high school.Is situated between theIsraelineighborhoodofPattandthe PalestinianBeitSafafa.In each roomthere is ateacher andanother IsraeliArab,who useboth languagesinterchangeably.The portfoliosmingleChristians,Muslimsand Jewsofvarious trends.Thereis, for example, RabbiYehielGrenimann,advocatinga modelstudythathas already beenexported tofiveIsraeli cities,and thatshelters childrenfrom anysocialstratum. UriBenZion,father oftirelessredheaded,points out thatin the vicinityof the collegea "community offriends"was created.Hugsandkissesas they come upin the marchRealizeyour statement.Recognizes thatnot everyoneof your surroundingswho likesbeteducationalfor your child."It's hard,but it'smore honest.My brotherssometimescan nottalk tomy sonbecauseit exposesdilemmas.Here are notindoctrinatedracism.Herethere isspaceto demonstrate that,in practiceifwe already livetogether,even ifwe do not lookin,if one daywe repairthat oneon our sideis another'I',cease tohurt us, "he insists. Todayyoung peoplestartnew schoolsemesterwithoutbombsorrocketsinGaza,and themerit of havingkeptalivehis friendshipand hisrespect for whospeaksand praysandlooks different,but it is not.
Efrat Mayer não precisa de um megafone. Sua voz é ouvida até nas
fileiras do fundo, e isto porque está diante de 400 pessoas.
“Conseguimos 5.000 dólares (11.000 reais) para Gaza e
em alguns dias começaremos a empacotar a ajuda humanitária”, informa
feliz. Efrat é uma das coordenadoras do colégio Max Rayne, ou Lado a
lado, como todos o conhecem, o único centro educativo de Jerusalém no
qual estudam juntos crianças israelenses e palestinas, por volta de 600,
que aprendem igualmente hebraico e árabe, história de um lado e do
outro das linhas de guerra e, sobretudo, lições de humanidade para
entender a quem outros querem transformar em adversários.
O discurso é breve. Serve para agradecer as centenas de professores,
pais e crianças que se reuniram nas portas da escola em uma nova marcha,
possivelmente a última, como as que realizaram em cada domingo desde o
início da Operação Limite Protetor em Gaza.
Sem o reforço de paz e valores que dá o Lado a lado, os jovens estariam
passando férias cheias de angústia, cada qual em seu bairro, em seu
ambiente, escutando ameaças e maldições sobre o contrário. Era
necessário uni-los de novo. E conseguiram, uma marcha semanal sem
cartazes nem bandeiras na qual o único lema está na camiseta dos
estudantes: Caminhemos juntos, escrito em três idiomas.
Kifah Abu Shamaine, pai de Mahmud, de oito anos, explica enquanto
caminha que seu filho “precisava de algo que evidenciasse que o que
aprendeu no colégio não se perde com a guerra. Caminhar, mesmo em
silêncio como ele faz às vezes, significa avançar. É um símbolo. Isso
nos deu paz e confiança nessas semanas”, reconheceu. Existem mães como
Shelly – impossível anotar o sobrenome enquanto sai correndo para que
sua pequena patinadora não caia – que se negam a serem vistas como
“animais raros” da cidade. “Estamos convencidos de que trazendo as
crianças aqui estamos criando uma nova geração de cidadãos que se
conhecem diretamente, sem preconceitos nem sombras, que derrubamos
muros. Eles veem seus amigos, não uma bandeira. Aprendemos com eles a
cada dia”, diz emocionada.
O colégio foi criado em 1998 e agora ensina crianças da pré-escola até o
final do colegial. Está situado entre o bairro israelense de Patt e o
palestino de Beit Safafa. Em cada sala existe um professor árabe e outro
israelense, que usam indistintamente os dois idiomas. Nas carteiras se
misturam cristãos, muçulmanos e judeus de diversas tendências. Ali está,
por exemplo, o rabino Yehiel Grenimann, defendendo um modelo de estudos
que foi já exportado para cinco cidades israelenses, e que abriga
crianças de qualquer estrato social.
Uri Ben Tzion, pai de um incansável ruivo, frisa que nos arredores do
colégio foi criada uma “comunidade de amigos”. Os abraços e beijos dos
que vão aparecendo na marcha constatam sua afirmação. Reconhece que não é
todo mundo do seu entorno que gosta da aposta educativa para seu filho.
“É duro, mas é mais honesto. Meus irmãos às vezes não conseguem falar
com meu filho pois ele expõe dilemas. Aqui não são doutrinados no
racismo. Aqui existe espaço para demonstrar que, se na prática já
vivemos juntos, mesmo que não nos olhemos, se um dia repararmos que a
pessoa do nosso lado é outro ‘eu’, deixaremos de nos machucar”, insiste.
Hoje os jovens iniciam novo semestre escolar, sem bombas nem foguetes em
Gaza, e com o mérito de ter mantido viva sua amizade e seu respeito por
quem fala e reza e parece diferente, mas não é.
O movimento islâmico Hamas executou dezoito suspeitos acusados de colaborar com Israel, segundo fontes palestinas.
A execução perpetrada após a remoção de três altos comandantes do Hamas durante um ataque seletivo da Força Aérea, é um sinal de que o grupo islâmico está a tentar reforçar seu controle sobre o enclave costeiro.
Na quinta-feira, três palestinos suspeitos de colaborar com Israel foram executados depois de um "processo
revolucionária "(julgamento sumário), como sites da internet ligados ao Hamas.
A onda de prisões e execuções ocorre após um ataque da Força Aérea, em que vários altos comandantes do Hamas atentar contra a vida do líder da ala militar do islamita, Mohamed Deif morreu e.
Entre os comandantes do Hamas mortos incluem números três e quatro "grupo", e Muhammad Raad Shamalah Atar, envolvido no sequestro de Gilad Shalit, em 2006.
Hamás ejecuta a 18 palestinos acusados de colaborar con Israel
El movimiento extremista islámico Hamás ejecutó a dieciocho sospechosos acusados de colaborar con Israel, señalaron fuentes palestinas.
La ejecución, perpetrada tras la eliminación de tres altos comandantes de Hamás, durante un ataque selectivo de la Fuerza Aérea, es un signo de que el grupo islamista está tratando de reforzar su control sobre el enclave costero.
El jueves, otros tres palestinos sospechosos de colaborar con Israel fueron ejecutados, tras un “proceso
revolucionario” (juicio sumario), según sitios de internet vinculados con Hamás.
La ola de arrestos y ejecuciones se produce tras un ataque de la Fuerza Aérea, en el que murieron varios altos comandantes de Hamás, y el intento contra la vida del cabecilla del brazo militar de la organización islamista, Mohamed Deif.
Entre los comandantes de Hamás abatidos figuran los “números tres y cuatro” del grupo, Raad Atar y Muhamad Shamalah, involucrados en el secuestro de Gilad Shalit en 2006.
Itongadol/AJN.- Los familiares de Daniel Tregerman, de 4 años, quien murió alcanzado por las esquirlas de un proyectil de mortero mientras jugaba en su casa, intentan permanecer unidos para afrontar los duros días por venir. “Solo queremos vivir en paz”, expresó la madre del menor. Distintas personalidades de Israel expresaron sus condolencias.
Representantes del Congreso Judío Latinoamericano participaron de un encuentro internacional que reunió a personas de ambas confesiones. Culminaron la jornada rezando juntospor las víctimas del holocausto
"Somos aproximadamente 100 personas provenientes de América, Europa, Asia y África. Entre los países invitados están Pakistán, Afganistán, Palestina, Serbia, Montenegro, Etiopía, Hungría, Reino Unido, Francia, Brasil, Argentina, Estados Unidos, Sudáfrica, Sudán e Israel, entre otros. Tanto en los participantes musulmanes, como en los judíos, hay varias corrientes y grados de religiosidad", comentó Ezequiel Kieczkier, miembro del Programa Nuevas Generaciones del CJL y quien se encuentra participando de la Conferencia.
El grupo de jóvenes fue recibido en la Casa de Gobierno de Viena por un representante del Gobernador, donde se hizo una recepción en su honor. Luego se reunieron con una sobreviviente del holocausto.
"El momento dedicado al Holocausto fue de gran impacto, ya que mucha gente, especialmente los participantes musulmanes, nunca habían escuchado el relato en primera persona de un sobreviviente. Fue muy importante escucharla con un mensaje de tolerancia y sin odio", afirmó Gabriel Buznik, el otro representante de las comunidades latinoamericanas.
Gabriel contó que luego del encuentro con la sobreviviente, al final del día, "cada uno hablo del conflicto, de lo que pensaba de la otra religión, y la verdad que todo se desarrolló en un clima de armonía y respeto. Hubo consenso en que Hamás es terrorista y que todos estamos a favor de la paz".
Por su parte, Claudio Epelman, Director Ejecutivo del Congreso Judío Latinoamericano –Institución que representa a las comunidades judías de Latinoamérica ante organismos internacionales- dijo que hay que "apostar a un futuro de convivencia, en el que las nuevas generaciones tomen protagonismo". "Los jóvenes traen consigo no sólo nuevas ideas, sino modos diferentes de relacionarse con sus semejantes. Es importante generar espacios de debate y trabajo en conjunto", finalizó el directivo.
Tanto los participantes judíos como los musulmanes visitaron el campo de concentración de Mauthausen, donde murieron más de 200.000 judíos en manos de los nazis. "Fue una experiencia inolvidable y muy movilizante recorrer las barracas, las cámaras de gas y los crematorios junto con compañeros musulmanes, que en su gran mayoría se acercaban por primera vez al tema del holocausto.", expresó Buznik. "El momento culminante del día fue el rezo conjunto, en el que ambas religiones honraron a los caídos y asesinados en este campo de concentración", finalizó.
Sobre el MJC
El MJC (Muslim-Jewish Conference) reúne entre 70 y 100 participantes anualmente para discutir temas de interés para la juventud musulmana y judía. Los principales objetivos de las conferencias son proporcionar a la próxima generación con una experiencia de aprendizaje para toda la vida y una actitud positiva para establecer relaciones interculturales y mantenimiento de alianzas entre musulmanes y judíos.
Nuevas Generaciones es el proyecto del Congreso Judío Latinoamericano que fomenta la participación de jóvenes en la política comunitaria, nacional e internacional brindando un espacio de acción política. Promueve que los dirigentes den participación a los jóvenes en las organizaciones políticas; al mismo tiempo que trabaja con los jóvenes fortaleciendo sus capacidades políticas para comprometerlos con la vida de la comunidad.